A prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos gerou uma onda de condenações na comunidade internacional, com governos aliados à Venezuela classificando a ação como uma agressão imperialista. Rússia, Cuba e Irã emitiram comunicados enérgicos, exigindo a libertação imediata do líder venezuelano e alertando para uma escalada de tensões globais.
Na América Latina, o presidente colombiano Gustavo Petro convocou reuniões urgentes na OEA e ONU, expressando profunda preocupação com os bombardeios em Caracas e a violação da soberania regional. Lula, do Brasil, reforçou que os eventos ultrapassam uma "linha inaceitável", ameaçando a zona de paz no continente.
Na Europa, enquanto Espanha e Alemanha pedem respeito ao direito internacional e moderação, a alta representante da UE, Kaja Kallas, reconheceu a falta de legitimidade de Maduro, mas cobrou diálogo para evitar um conflito maior. Portugal monitora a situação de seus cidadãos na Venezuela em articulação diplomática. Por outro lado, o presidente argentino Javier Milei celebrou a operação como um avanço da liberdade.